Afinal, cadê as lágrimas?


E ela se controlou tanto, escondeu tanto a sua anciedade que quando, finalmente, o dia “H” chega ela só consegue sorrir e dizer “até daqui seis meses, sentirei saudades”.

E nenhuma lágrima. A distância passou a ser algo “normal” para ela, e claro que a saudade de vez em quando bate, mas ela aprendeu a ser livre, não se apegar (tanto) as pessoas e lugares.

Ela sabe que em alguns momentos a fraqueza bate e a vontade de largar tudo e correr para casa se torna muito grande. Mas como ela é teimosa, ela fica e enfrenta esse mostro mostrando para si mesma que consegue suportar qualquer coisa.

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